25/03/2013

"Sequestro de computador": o novo risco presente em sites de pornografia




Assistir a filmes pornográficos online pode ser uma boa maneira de ter seu computador infectado com um tipo de vírus conhecido como 'ransomware'. Eles permitem que os hackers invadam seu computador e 'sequestrem' arquivos ou dados importantes, bloqueando seu acesso a eles e solicitando uma certa quantia em dinheiro para liberá-los, como uma espécie de resgate.
Segundo um relatório da empresa de segurança cibernética Symantec, esse tipo de vírus é uma das ameaças que crescem com mais rapidez na internet, afinal, essa é uma maneira bem fácil para os hackers ganharem dinheiro. Mas vale lembrar que nem sempre o pagamento do "resgate" dá a certeza da recuperação dos arquivos roubados.
Os pesquisadores Gavin O'Gorman e Geoff McDonald, da Symantec EUA, dizem que as quadrilhas de hackers chegam a arrecadar até US$ 5 milhões por ano apenas extorquindo suas vítimas. "O número é real, no entanto, pode ser muito maior", completam os pesquisadores.
Existem cerca de 16 versões de ransomwares diferentes espalhadas pela web, mas eles funcionam basicamente da mesma maneira. Os hackers instalam os vírus diretamente no computador da vítima ou então colocam códigos maliciosos em sites. Eles chegam até a comprar espaço publicitário (geralmente em sites pornôs) e depois publicam anúncios que apontam para uma página infectada com o ransomware. Uma vez que o usuário clica no anúncio, o vírus é instalado silenciosamente por meio do navegador.
Depois que o vírus foi instalado com êxito, as coisas imediatamente começam a dar errado. O ransomware desativa automaticamente uma série de programas-chave que deixam o computador inoperante para o usuário. Uma das versões mostra uma imagem na tela, como se fosse um aviso do FBI, no caso dos Estados Unidos.
A imagem informa ao usuário que o computador foi bloqueado, e que ele deve pagar US$ 200 (cerca de R$ 400) em até 72 horas. A mensagem alega que o valor é referente a uma multa por "visualização ou distribuição proibida de conteúdo pornográfico".
Alguns procedimentos simples podem ajudar a evitar que seu computador seja infectado por esse ou outros tipos de ransomware. Confira algumas dicas:
  • Evite clicar em anúncios de sites pornôs.
  • Certifique-se de que todos os seus programas e plugins (como Flash e Java) estão atualizados.
  • Lembre-se sempre de utilizar o antivírus em sua versão mais recente e mantenha-o atualizado.
  • Faça sempre um backup de segurança dos seus arquivos.


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Malware disfarçado de antivírus gratuito se espalha pelo Brasil




Um novo Trojan bancário está circulando pelos e-mails dos brasileiros, e ele vem disfarçado de "herói", pois aparece na mensagem como se fosse um antivírus gratuito da Avast. O malware foi escrito em Delphi, possui apenas 386 Kb e está sendo disseminado via e-mail.
Além de se instalar no computador do usuário, o malware ainda tenta apagar o programa de segurança legítimo da máquina. Se a vítima clicar no ícone do falso antivírus que aparece na bandeja do sistema após o download do arquivo do e-mail, receberá a seguinte mensagem:
Malware disfarçado de antivírus da Avast
Quem anunciou a nova descoberta foi Dmitry Bestuzhev, diretor da equipe global de analistas e pesquisadores de malware para América Latina da Kaspersky Lab, por meio do site SecureList.
Os cibercriminosos adotam esse método de "esconder" malwares nesse sistema porque, segundo o Google Trends, o Avast é o antivírus mais popular no Brasil. Sem contar que as pessoas estão mais propensas a não querer pagar por algum aplicativo quando existe uma versão gratuita dele, e os golpistas se aproveitam disso. Para ter uma ideia, uma pesquisa recente mostrou que quase 70% dos usuários preferem não pagar por proteção online.


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23/03/2013

Programas da Microsoft deixam de ser principais alvos de ataques crackers




86% das vulnerabilidades descobertas nos 50 programas mais populares de 2012 não estavam em aplicações da Microsoft. Ou seja, a multinacional não é a mais o grande alvo dos cibercriminosos. 
Os dados são do Secunia Vulnerability Review 2013, um relatório anual sobre vulnerabilidade feito pela empresa de segurança Secunia. Os resultados de 2012 mostraram que a principal ameaça à segurança de end-points para as empresas e usuários particulares vem de programas que não pertencem à Microsoft. 
Em 2011, os programas "não-Microsoft" representavam 78% das vulnerabilidades descobertas entre os mais populares, já em 2012 apenas 14% pertenciam a aplicações da empresa e ao sistema operacional Windows.
Durante muitos anos, os programas da Microsoft eram vistos como os principais (quiçá os únicos) alvos de ataques, principalmente por sua onipresença entre os PCs. Porém, esse cenário mudou, e as empresas não podem mais enxergá-los como as principais fontes de vulnerabilidades que ameaçam a sua infraestrutura de TI e o nível de segurança de TI em geral.
"Agora eu acho que crackers estão procurando programas mais interessantes como Reader, Flash, Java e iTunes. Todas essas coisas que são pseudo multiplataforma - pelo menos para Mac e Windows - tornaram-se um vetor de ameaça tentador", explica o analista da Directions on Microsoft, Wes Miller.
Também não se pode negar o fato de que nos últimos dez anos a Microsoft tem investido para escrever um código mais seguro. O diretor de pesquisa da NSS Labs, Stefan Frei, também destaca essa questão: "Isso fez com que a exploração bem-sucedida de programas da empresa fosse muito, muito mais difícil".


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Vírus, keylogger, worms, trojans e outros: conheça os diferentes tipo de malware




Se a internet está próxima de completar 20 anos de existência, os malwares seguem na mesma idade, causando muita dor de cabeça para um bom número de usuários e vários milhões de dólares em prejuízos para as empresas. Boa parte deles é propagado através de arquivos executáveis (os .exe ou .msi que baixamos da internet, que possuem um código malicioso incorporado ao programa original. Basta executar a aplicação para que o malware entre em ação.
Alguns deles são capazes de se auto-replicar, criando cópias de si mesmos e sendo compartilhados pela internet, infectando milhares ou até milhões de computadores em poucos dias. Um bom exemplo são os worms, que não precisam da interação do usuário para invadir todos os computadores de uma rede local e, em muitos casos, todos os computadores que essa rede trocar arquivos.
Trojans, por outro lado, não são capazes de se auto-replicar, mas nem por isso deixam de ser perigosos. Em uma referência ao famoso episódio "Cavalo de Tróia" de Ilíada (Homero), o usuário tem a impressão de que um determinado arquivo se trata de algo inofensivo, dando permissões de administrador (a famosa tela que pergunta se o usuário realmente deseja executar algo), e instalando-o. Em pouco tempo, pode ter seus dados deletados, roubados, o sistema operacional comprometido ou até mesmo o disco rígido inteiro apagado, dentre outras possíveis consequências.
Erro no Windows
Há cerca de 10 anos, se o navegador e sistema operacional estivessem atualizados, e se tivéssemos um antivírus e algum cuidado ao acessar alguns sites na internet, nossas chances de contaminação eram bastante baixas. Hoje temos que lidar com um novo conceito chamado de "ameaça combinada", que une vírus, worm, trojan e outros em um só pacote bastante difícil de se detectar, além de modificações e camuflagem de malwares já existentes através de packers.
Conheça melhor o que cada uma dessas ameaças é e como funciona, assim como alguns conceitos de segurança importantes nos dias de hoje. Confira!

Backdoor

Traduzido do inglês como "porta dos fundos", esta técnica é bastante utilizada por cybercriminosos para ganhar acesso a um sistema e infectá-lo, ignorando as defesas do sistema através de uma falha não documentada do sistema operacional, programa ou na rede onde o computador está instalado.
Por exemplo, podemos ter nosso sistema operacional atualizado com todos os patches de segurança devidamente atualizados e um antivírus eficiente e com base de dados também atualizada, mas um criminoso pode simplesmente ignorar ambos e acessar nossas máquinas através de um programa com falhas de segurança. Por isso vemos com uma certa frequência sites de tecnologia publicarem notas sobre uma ou outra aplicação que deixa a máquina vulnerável, como o Java ou Flash.

Ladrões de informação

Neste grupo entram os keyloggers e memory scrapers, malwares desenvolvidos com o objetivo específico de roubar informações pessoais do usuário, como senhas de banco, dados pessoais e informações sigilosas, não fazendo nenhum mal para o sistema. 
Os keyloggers basicamente gravam todas as teclas digitadas pelo usuários e enviam para o criminoso sempre que tiver oportunidade. Por exemplo, se nos dados enviados consta o endereço do seu banco, é muito provável que os próximos caracteres serão os dados da conta e senha do cartão.
Os memory scrapers são um pouco mais genéricos, gravando as informações que estão contidas na memória RAM do sistema. O motivo? Os dados processados lá não possuem nenhum tipo de encriptação, e por isso qualquer informação útil é facilmente identificada.

Worms

Enquanto um vírus comum precisa de um programa hospedeiro para se propagar, o worm (ou verme, em português) é um pacote completo auto-replicador, sendo projetado para tomar decisões de como quebrar as falhas de segurança de um sistema e agir de forma completamente autônoma, decidindo quando enviar um e-mail com informações importantes para o invasor, por exemplo.
Quando um usuário tem a sua máquina infectada por um worm, qualquer outra que esteja conectada à rede está igualmente vunerável. Detectá-lo é possível somente através de modos indiretos, como lentidão no PC e na conexão com a internet, ou mesmo com vários programas abrindo ao mesmo tempo sem a interação do usuário.

Ransomware

Malware que está se tornando bastante comum, o ransomware trava o computador do usuário até que ele pague um resgate para ter o controle de seus dados de volta, e normalmente o valor não é baixo. Com isso, o dono do computador não possui acesso aos seus próprios arquivos, que normalmente ficam encriptados, e a única solução é pagar o valor cobrado para não perder dados importantes.
Alguns podem pensar que basta simplesmente formatar a máquina, mas os principais alvos desse tipo de ataque são pessoas que realmente necessitam preservá-los - já que em muitas máquinas estão armazenadas informações de empresas que, se utilizadas, podem causar inúmeros transtornos. O grande problema é que, em muitas vezes, o invasor não devolve o controle para o usuário mesmo após o pagamento da "taxa".
Ransomware

Trojans de acesso remoto

Trojans (RAT - Remote Access Trojans) podem ser considerados como uma evolução das backdoors, fornecendo ao invasor uma interface gráfica com várias opções para comprometer o acesso do usuário. Muitos computadores são infectados sem grandes consequências, já que naquele momento não há nada que interesse ao invasor, que só fica monitorando as atividades realizadas.
Quando é detectado algo interessante, como o acesso à rede de uma empresa ou ao site de um banco, o criminoso pode monitorar e capturar os dados descobertos. Em muitos casos, quando o usuário não faz nada de "interessante", o criminoso simplesmente danifica ou mesmo inutiliza a máquina.
Cavalo de Tróia - Trojan Horse

Detecção de malwares

E como saber se o sistema está infectado? Bom, o computador começa a dar alguns sinais de que não está funcionando como deveria, então aqui vai uma lista de alguns comportamentos fora do comum que o usuário passa a experimentar:
  • Começam a aparecer mensagens de erros completamente fora do padrão, como um problema no bloco de notas que necessita de uma reinicialização do sistema.
  • Algumas pastas e arquivos desaparecem ou são transportados para outros locais sem a interação do usuário.
  • O computador trava e passa a funcionar com uma velocidade muito abaixo do que estamos acostumados, e às vezes a tela até mesmo pisca.
  • Programas são iniciados sem que o usuário queira.
  • A página inicial do seu mecanismo de busca (como o Google ou Bing) muda sem que você altere manualmente, assim como algumas Toobars são instaladas. Em muitos casos são adwares, mas pode ser qualquer tipo de malware. Se isso acontece com a sua máquina é melhor parar de utilizar o programa que causou isso e também de fazer downloads no site onde ele estava disponível.
  • navegador começa a apresentar comportamentos estranhos, e algumas páginas se recusam a fechar.
  • Aparecem pop-ups com propagandas de antivirus. Acreditem, são todos fraudes.

Falhas comuns

Como dissemos acima, um computador bem configurado com um bom antivírus ainda está suscetível a falhas de outras aplicações, em geral aquelas que funcionam no navegador. O campeão é o HTML lado a lado com o Javascript, responsáveis por mais de 4 milhões de computadores infectados somente no primeiro trimestre de 2012, segundo um relatório de Inteligência e Segurança da Microsoft. Abaixo, veja a quantidade de computadores infectados registrados no período:
Histórico de ameaças relatadas

Geração atual de malwares

Atualmente, um malware pode infectar milhares de máquinas sem qualquer ação por parte do usuário. Em alguns casos basta visitar um website infectado por algum código malicioso para que ele mesmo encontre alguma falha do navegador ou plugin, mesmo sem nenhum clique adicional. Os fabricantes de browsers levam semanas ou mesmo meses para corrigir essas falhas (por isso é importante utilizar sempre uma versão mais recente), dando tempo o suficiente para propagar esses malwares.
Os sistemas operacionais atuais, como Windows Vista, 7 e 8, estão relativamente mais seguros do que as versões anteriores, já que o UAC (User Account Control, aquela janela que pergunta se o usuário realmente deseja executar aquela aplicação) bloqueia a instalação de um programa sem a permissão do usuário. Porém, grande parte dos usuários costuma ignorar essa janela ou mesmo desativá-la no Painel de Controle, o que serve de prato cheio para os cibercriminosos.
Windows User Account Control
Mesmo o Mac OS, sistema operacional da Apple, antes considerado seguro por ter uma baixa participação de mercado, agora se tornou um grande alvo. Muitas pragas são sofisticadas o suficiente para ignorar a proteção do sistema utilizando Rootkits, códigos que evitam acionar os alertas de segurança, se passando por um arquivo comum.
Em muitos casos o usuário não sabe que sua máquina foi infectada pois o antivírus não relatou nenhuma ocorrência e o sistema operacional em si não dá nenhum sinal de comportamento fora do padrão. Esse é o caso dos "computadores zumbis", utilizados por hackers em botnets para derrubar determinado serviço (são os famosos casos de DDoS - Distributed Denial of Service) ou para enviar spams para outras máquinas, utilizando tanto processamento como banda de internet do usuário.
Sistema de proteção - Windows 8

E como ficar protegido dessas ameaças?

As informações acima podem deixar muitos usuários assustados, mas com algumas precauções é possível minimizar bastante os riscos. Naturalmente, atualizar tanto o sistema operacional quanto o antivírus é o primeiro passo de qualquer computador, assim como utilizar as versões mais recentes de todos os programas, em especial dos navegadores, e assim ter acesso a todos os patches de segurança disponibilizados pelos fabricantes destes softwares.
Além disso, é extremamente importante ter cuidado na hora de navegar na internet, principalmente pelos sites  "underground", como compartilhamento de arquivos e pornografia. Nesses ambientes, cada clique representa um grande risco. No caso dos e-mails, mensagens como "Fotos da festa de ontem" ou "Entre neste link e concorra a um prêmio de US$ 1 milhão" estão entre as principais causas de infecção atualmente. Para detectar tais ameaças é necessário ver para onde o link está realmente encaminhando o usuário.

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Apple registra patente de sistema que não deixa iPhone quebrar


A Apple registrou recentemente uma nova patente tecnológica de um sistema que promete proteger o iPhone, evitando que ele estrague em uma queda. Intitulado "mecanismo de proteção para um dispositivo eletrônico", o recurso pretende evitar que aparelhos móveis, principalmente o iPhone, tenham seu funcionamento comprometido por quedas. As informações são do site AppleInsider.
O sistema é equipado com sensores que são capazes de identificar quando o aparelho está em queda livre e a que distância ele está do solo. Com base no texto da patente, esses sensores podem ser giroscópios, acelerômetros, sensores de posição ou até mesmo recursos mais avançados como GPS e sensores de imagem. Junto com o sensor está um processador que será o responsável por identificar se o dispositivo está em queda livre e quanto tempo de queda ele ainda tem até se chocar com o solo - dados e métricas de quedas anteriores também são armazenados pelo processador para ajudá-lo a tomar a melhor decisão para "salvar" o aparelho.
Patente Apple queda
A tecnologia também precisa de outros mecanismos para auxiliar o aparelho em sua queda ou orientá-lo durante seu "voo". Para isso a patente sugere algumas soluções como, por exemplo, o movimento de uma massa ponderada localizada dentro do aparelho; uma "asa" que seria capaz de dar sustentação ao aparelho durante a queda, ou até um mecanismo de propulsão a gás.
Patente Apple queda
Patente Apple queda
Patente Apple queda
Por enquanto, a tecnologia registrada pela Apple é um pouco vaga sobre de que forma esse sistema seria instalado no iPhone, iPad e iPod touch, mas o sonho de ter um aparelho que mesmo caindo não se quebra é algo animador para qualquer usuário de dispositivos móveis.


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22/03/2013

Páginas do Facebook prometem falsos sorteios de iPhone 5




As redes sociais estão recheadas de falsos sorteios e promoções criadas em páginas para atrair um grande número de seguidores e fãs. Os gadgets são um dos mais utilizados para servir como isca, e os produtos da Apple não ficam de fora. 
Apesar de a empresa já ter afirmado que não realiza nenhum tipo de sorteio de seus produtos, as pessoas continuam viralizando essas falsas mensagens com premiações, e a bola da vez foi o assediado iPhone 5.
Conforme o pessoal do Macworld Brasil listou, duas páginas conseguiram mobilizar um grande número de pessoas em torno de um suposto sorteio do novo smartphone da empresa da maçã. A primeira delas conseguiu mais de 200 mil fãs, que curtiram e compartilharam a imagem do tal prêmio.
As duas fanpages possuem o mesmo nome, 'Apple Brasil', usado para influenciar os internautas mais desinformados a acreditarem que aquela seja realmente a página da empresa no país. Mas basta ler o texto que descreve a promoção para começar a desconfiar, afinal os erros gramaticais saltam aos olhos. Além do mais, as fotografias do iPhone 5 postadas em ambas as páginas são iguais.
Falso sorteio de iPhone 5
Além de pedir para que os usuários escolham a cor do aparelho que desejam ganhar, a promoção só é válida para aqueles que curtirem a fanpage e compartilharem a imagem. Uma delas diz que o resultado do sorteio será divulgado na rede social dia 29/03, mas a outra sequer cita uma data específica.
A notícia de que os sorteios eram falsos começaram a circular rapidamente na web, e a medida adotada pelas duas páginas foi suspender a promoção divulgada. Mas uma delas se defendeu em um post dizendo que o seu sorteio era real e que decidiu suspendê-lo apenas pela repercussão negativa que ele causou.
Os administradores também esclareceram que trata-se de uma página direcionada para os fãs da maçã, sem qualquer vínculo oficial com a empresa.
Falso sorteio de iPhone 5


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